Preparo-me, a custo, para mais uma semanita de trabalho fora da minha residência habitual.
O Tomás ficou, uma vez mais, com os avós, que o mimam até ao último fio de cabelo!...O que é perfeitamente normal.
Eu lá vou para o Porto, cheínha de saudades de tudo e todos, mas especialmente dos meus homens, com muita vontade de que esta ausência seja de facto mais breve do que à partida parece.
E como o que não tem remédio - remediado está!... até para a semana!...
20.6.05
17.6.05
Mais um Aniversário!
Ontem, dia 16, fiz mais um anito de vida! Que já não é tão "ito" como isso... Já cá cantam 32 anos!!!
Desde que me lembro de existir, sempre adorei o meu dia de aniversário e aguardava-o sempre com muita satisfação e entusiasmo e até com alguma expectativa!...
Este ano foi diferente, senti-me nostálgica e até tristíta! Dei por mim a fazer contas de cabeça sobre os anos prováveis de vida que muitas das pessoas que amo, ainda têm para viver! Sei que parece um pouco mórbido, mas de facto senti que estava a perder...
A vida, sei que é um lugar comum dizê-lo, é extremamente efémera e passa sem grandes contemplações, o mais importante é aproveitar cada momento da melhor forma que nos for possível e dar sentido ao sábio ditado popular que diz que " o díficil não é viver, mas sim saber viver!". Não há maior verdade...E assim o meu pensamento do dia é este : Vivam cada dia como se fosse o último! e aproveitemos o que de melhor a vida nos vai oferecendo...
Desde que me lembro de existir, sempre adorei o meu dia de aniversário e aguardava-o sempre com muita satisfação e entusiasmo e até com alguma expectativa!...
Este ano foi diferente, senti-me nostálgica e até tristíta! Dei por mim a fazer contas de cabeça sobre os anos prováveis de vida que muitas das pessoas que amo, ainda têm para viver! Sei que parece um pouco mórbido, mas de facto senti que estava a perder...
A vida, sei que é um lugar comum dizê-lo, é extremamente efémera e passa sem grandes contemplações, o mais importante é aproveitar cada momento da melhor forma que nos for possível e dar sentido ao sábio ditado popular que diz que " o díficil não é viver, mas sim saber viver!". Não há maior verdade...E assim o meu pensamento do dia é este : Vivam cada dia como se fosse o último! e aproveitemos o que de melhor a vida nos vai oferecendo...
16.6.05
As sensações
Hoje apetece-me escrever, mas nem sei bem por onde começar...sinto que estou a escrever ao sabor da pena, ou, neste caso, do teclado, para ser exacta!
Tenho tantas novidades, tantas sensações para partilhar, mas ao mesmo tempo sinto uma preguiça monstruosa para as exprimir desta forma, para as verter para o papel, ou para o blog...
Vou tentar!
O Tomás já anda...embora de uma forma semi-controlada, ainda com bastante desiquilibrio, mas com uma força de vontade fantástica, que nos deixa boquiabertos!
Está numa fase de descorberta de tudo e de todos e procura a todo o momento desenvolver-se e aperfeiçoar-se, quer sempre chegar mais além...
Em termos afectivos já criou laços muito fortes com a familia, para além dos pais, adora os avós, os padrinhos, o tio e há uma cumplicidade evidente com o primo ( de dois anos), não me posso esquecer do Adónis - o cão, que ele chama a todo o momento e a quem nós recorremos sempre que queremos a sua atenção para as mais diversas situações, mas especialmente para comer!
O que sinto é que a todo o momento estamos a viver situações inesperadas, parece que está a crescer como nunca! e como tem muita energia e quer estar sempre em actividade, o tempo passa a correr!
Agora compreendo os pais que dizem "ainda parece que foi ontem que nasceu... e já está assim", de facto, ainda parece que foi ontem, mesmo ONTEM que nasceste e já fazes tanta coisa, com tanto empenho que simplesmente me deixas zonza e maravilhada, sem tempo ou espaço para gerir emoções ou ou racionalizar pensamentos, porque nos obrigas a viver aqui e agora a todo o momento, uma vez mais obrigada por tudo meu amor!
Tenho tantas novidades, tantas sensações para partilhar, mas ao mesmo tempo sinto uma preguiça monstruosa para as exprimir desta forma, para as verter para o papel, ou para o blog...
Vou tentar!
O Tomás já anda...embora de uma forma semi-controlada, ainda com bastante desiquilibrio, mas com uma força de vontade fantástica, que nos deixa boquiabertos!
Está numa fase de descorberta de tudo e de todos e procura a todo o momento desenvolver-se e aperfeiçoar-se, quer sempre chegar mais além...
Em termos afectivos já criou laços muito fortes com a familia, para além dos pais, adora os avós, os padrinhos, o tio e há uma cumplicidade evidente com o primo ( de dois anos), não me posso esquecer do Adónis - o cão, que ele chama a todo o momento e a quem nós recorremos sempre que queremos a sua atenção para as mais diversas situações, mas especialmente para comer!
O que sinto é que a todo o momento estamos a viver situações inesperadas, parece que está a crescer como nunca! e como tem muita energia e quer estar sempre em actividade, o tempo passa a correr!
Agora compreendo os pais que dizem "ainda parece que foi ontem que nasceu... e já está assim", de facto, ainda parece que foi ontem, mesmo ONTEM que nasceste e já fazes tanta coisa, com tanto empenho que simplesmente me deixas zonza e maravilhada, sem tempo ou espaço para gerir emoções ou ou racionalizar pensamentos, porque nos obrigas a viver aqui e agora a todo o momento, uma vez mais obrigada por tudo meu amor!
17.5.05
As Viroses!
A semana passada foi difícil: muito trabalho, o teu pai foi para Lisboa, ficámos só os dois e tu adoeceste!...
Começou por ser uma febre sem importância mas depressa se tornou preocupante quando ví que o termómetro não dava sinais de querer parar...Nessa noite, muito sinceramente, quando ví que já não conseguias segurar a cabeça, os olhinhos começaram a ficar tristes e a tua expressão sem alento, fiquei assustada, muito! Peguei em ti e fomos (eu e o teu padrinho) para o Centro de Saúde, desejando que tudo não passasse de algo simples e facilmente resolúvel.
Felizmente foi o que aconteceu, tratou-se uma vez mais, de uma virose! Eu acho que quando os médicos não sabem identificar a situação a encaminham sempre para esta solução: virose, esperam-se três dias para poder voltar a avaliar a situação e se não houver novidades, se a febre baixar e não se manisfestarem outros sinais de alarme, então significa que terminou, tal e qual como veio e acabo por nunca perceber bem os porquês...mas enfim...
Desta vez foi mais difícil gerir a situação porque tinha compromissos inadiáveis no trabalho, que tinham que ser resolvidos naquela altura sob risco de o projecto em questão correr mal. Senti-me completamente angústiada porque não queria falhar: nem como profissional, mas muito menos como mãe!
Foi uma pressão incrível, mas lá dei a volta ao texto e consegui gerir tudo, dentro do possível, claro está!
O importante é que estás melhor e a verdade é que nós pais estamos sempre a aprender e a re-programar objectivos e prioridades!...
Começou por ser uma febre sem importância mas depressa se tornou preocupante quando ví que o termómetro não dava sinais de querer parar...Nessa noite, muito sinceramente, quando ví que já não conseguias segurar a cabeça, os olhinhos começaram a ficar tristes e a tua expressão sem alento, fiquei assustada, muito! Peguei em ti e fomos (eu e o teu padrinho) para o Centro de Saúde, desejando que tudo não passasse de algo simples e facilmente resolúvel.
Felizmente foi o que aconteceu, tratou-se uma vez mais, de uma virose! Eu acho que quando os médicos não sabem identificar a situação a encaminham sempre para esta solução: virose, esperam-se três dias para poder voltar a avaliar a situação e se não houver novidades, se a febre baixar e não se manisfestarem outros sinais de alarme, então significa que terminou, tal e qual como veio e acabo por nunca perceber bem os porquês...mas enfim...
Desta vez foi mais difícil gerir a situação porque tinha compromissos inadiáveis no trabalho, que tinham que ser resolvidos naquela altura sob risco de o projecto em questão correr mal. Senti-me completamente angústiada porque não queria falhar: nem como profissional, mas muito menos como mãe!
Foi uma pressão incrível, mas lá dei a volta ao texto e consegui gerir tudo, dentro do possível, claro está!
O importante é que estás melhor e a verdade é que nós pais estamos sempre a aprender e a re-programar objectivos e prioridades!...
6.5.05
Ser Criança
Encontrei na Net e achei autêntico:
"Ser criança é ser papoila ao vento, gaivota no firmamento.É ser sol a brilhar, é céu, é mar. Ser criança é poder correr, saltar. É percorrer o mundo de lés-a-lés,é andar em bicos-de-pés. É ter esperança,que acabem as mutilações, as violações, a fome,a guerra e a dor. Ser criança é o sorriso, que fala de paz, que fala de amor.Ser criança é ser grande! É ser maior. "
"Ser criança é ser papoila ao vento, gaivota no firmamento.É ser sol a brilhar, é céu, é mar. Ser criança é poder correr, saltar. É percorrer o mundo de lés-a-lés,é andar em bicos-de-pés. É ter esperança,que acabem as mutilações, as violações, a fome,a guerra e a dor. Ser criança é o sorriso, que fala de paz, que fala de amor.Ser criança é ser grande! É ser maior. "
27.4.05
Cansaço!...
Que o Tomás é o que de melhor tenho nesta vida não há dúvidas!
Não é tudo, mas é de facto “mais que tudo”!
Mas... será egoísmo dizer que apesar de “tudo” me sinto terrivelmente cansada?! Esgotada?! Ansiosa e carente?!...
Ser mãe é algo que nem sequer tem definição mas tem sempre este adjectivo associado a tudo o resto que nos enche por dentro: cansativo! Muito cansativo!...
Ele é os dentes, ele é as viroses, as gripes, as birras para comer, as birras para dormir, as alergias, os famosos vícios, os irritantes percentis – será que está no “percentil ideal?”, os primeiros passos, a energia desenfreada que nos põe à prova a todo o momento e que parece nunca ter fim... não é fácil! E no dia seguinte não há nem pode haver tarefas por cumprir ou incompetências no trabalho!
Hoje, de facto, sinto-me particularmente cansada e a precisar também de fazer birras e exigir mimos, será egoísmo? Sei lá e também não importa porque sei que logo à tardinha quando o for buscar à ama me vou derreter e engolir o cansaço para digerir mais tarde porque para já não há tempo nem espaço porque tu meu anjinho és “mais que tudo” e o resto não importa...
Não é tudo, mas é de facto “mais que tudo”!
Mas... será egoísmo dizer que apesar de “tudo” me sinto terrivelmente cansada?! Esgotada?! Ansiosa e carente?!...
Ser mãe é algo que nem sequer tem definição mas tem sempre este adjectivo associado a tudo o resto que nos enche por dentro: cansativo! Muito cansativo!...
Ele é os dentes, ele é as viroses, as gripes, as birras para comer, as birras para dormir, as alergias, os famosos vícios, os irritantes percentis – será que está no “percentil ideal?”, os primeiros passos, a energia desenfreada que nos põe à prova a todo o momento e que parece nunca ter fim... não é fácil! E no dia seguinte não há nem pode haver tarefas por cumprir ou incompetências no trabalho!
Hoje, de facto, sinto-me particularmente cansada e a precisar também de fazer birras e exigir mimos, será egoísmo? Sei lá e também não importa porque sei que logo à tardinha quando o for buscar à ama me vou derreter e engolir o cansaço para digerir mais tarde porque para já não há tempo nem espaço porque tu meu anjinho és “mais que tudo” e o resto não importa...
21.4.05
12.4.05
11.4.05
Mamã!!!!
Ontem pronunciaste pela primeira vez a singela mas mágica palavra: mamã!!
Fiquei radiante! e depois parecia que tinhas percebido a minha felicidade e para me deixar ainda mais nos píncaros não paravas de dizer: mamã, mamã, mamã!...
De facto sente-se algo grande dentro de nós, muito grande: que não acabamos alí, que temos continuidade, que há um refelxo de nós mesmos a pairar algures, que precisa da nossa entrega e dos nossos cuidados.
Quando se tem um filho há futilidades que deixam de fazer sentido, há carências que desaparecem, há vazios que pura e simplesmente se preenchem!
Desde que me lembro de ter começado a sentir e fundamentalmente a pensar e sem nunca conseguir explicar bem porquê, havia momentos em que sentia um espaço vazio dentro de mim, que jámais conseguia preencher, parecia que tinha tudo para ser feliz mas que faltava sempre um pouco mais... só mais um pouco! Nunca percebi nada bem este sentimento que teimava em nunca me abandonar e pronto, de tempos a tempos lá estava ele teimosamente a demonstrar-me que não era tudo, que me faltava algo... Pois bem posso dizer-te Tomás que desde que tu existes, pura e simplesmente deixei de sentir este vazio doentio e ininteligivel e olha que já lá vão mais de nove meses!...(Acho que estou curada!)
A conclusão a que chego é que de facto me faltavas tu e era a ti que sempre procurava!...Conseguiste unir esse pecacito de mim própria que não se sentia completa só comigo, que também te queria a ti.
Sinto-me um ser humano muito melhor desde que tu nasceste, sinto-me muito mais envolvida no mundo, neste mundo em que vivemos - é incrível como com apenas nove meses nos consegues ensinar tanto, com uma energia plenamente contagiante consegues levar-nos a redescobrir e a reinventar até a nossa própria forma de ser e de agir!
E aqui estou, a escrever outra vez sem deixar de pensar em ti, no teu rosto, na tua expressão, na tua forma tão única de te expressares e afirmares, sempre pronto e disposto a desafiar para mais uma brincadeira, sempre curioso e atento a tudo e todos. AMO-TE!...
Fiquei radiante! e depois parecia que tinhas percebido a minha felicidade e para me deixar ainda mais nos píncaros não paravas de dizer: mamã, mamã, mamã!...
De facto sente-se algo grande dentro de nós, muito grande: que não acabamos alí, que temos continuidade, que há um refelxo de nós mesmos a pairar algures, que precisa da nossa entrega e dos nossos cuidados.
Quando se tem um filho há futilidades que deixam de fazer sentido, há carências que desaparecem, há vazios que pura e simplesmente se preenchem!
Desde que me lembro de ter começado a sentir e fundamentalmente a pensar e sem nunca conseguir explicar bem porquê, havia momentos em que sentia um espaço vazio dentro de mim, que jámais conseguia preencher, parecia que tinha tudo para ser feliz mas que faltava sempre um pouco mais... só mais um pouco! Nunca percebi nada bem este sentimento que teimava em nunca me abandonar e pronto, de tempos a tempos lá estava ele teimosamente a demonstrar-me que não era tudo, que me faltava algo... Pois bem posso dizer-te Tomás que desde que tu existes, pura e simplesmente deixei de sentir este vazio doentio e ininteligivel e olha que já lá vão mais de nove meses!...(Acho que estou curada!)
A conclusão a que chego é que de facto me faltavas tu e era a ti que sempre procurava!...Conseguiste unir esse pecacito de mim própria que não se sentia completa só comigo, que também te queria a ti.
Sinto-me um ser humano muito melhor desde que tu nasceste, sinto-me muito mais envolvida no mundo, neste mundo em que vivemos - é incrível como com apenas nove meses nos consegues ensinar tanto, com uma energia plenamente contagiante consegues levar-nos a redescobrir e a reinventar até a nossa própria forma de ser e de agir!
E aqui estou, a escrever outra vez sem deixar de pensar em ti, no teu rosto, na tua expressão, na tua forma tão única de te expressares e afirmares, sempre pronto e disposto a desafiar para mais uma brincadeira, sempre curioso e atento a tudo e todos. AMO-TE!...
5.4.05
Doentinho!
Estás doentinho! Tudo começou no fim de semana passado, nós a dizer que eram os dentes que finalmente queriam mostrar-se, depois começámos a perceber-te rouco e com tosse - oh não constipou-se! e finalmente ontem parecias ter uma inflamação nos olhos, será uma conjuntivite?
Vamos hoje à tua pediatra para que ela sim, possa fazer o diagnóstico e dizer-nos o que se passa contigo!
Ontem, e como andas a dormir muitíssimo mal, foi a minha "noite" de ficar contigo. Passámos a noite num despertar quase contínuo, acordavas constantemente com muitas dores e eu sentia-me pura e simplesmente impotente, não sabia como te sossegar, como te ajudar, em suma como fazer desaparecer, qual toque de magia, todas as tuas dores e aflições!...
Após uma longa e interminável noite, lá amanheceu, mas sem a bonança que tanto esperava.
Estavas mais murcho e mais triste do que o costume, com um cansaço enorme que te invadia o corpo e que a mim, sinceramente me deixava frustrada...por não conseguir estar "para cima", por não te conseguir ajudar!
Com o passar do dia, as previsões não eram nada animadoras: passou de um para dois o número de doentes lá em casa: em vez de te ajudar, juntei-me a ti e sinto que também tenho aí uma gripe à espreita...
O teu pái é que anda numa roda viva, sem saber o que fazer conosco...e a pensar sériamente em pedir auxílio aos teus avós ( e meus páis)!
A ver vamos!
Vamos hoje à tua pediatra para que ela sim, possa fazer o diagnóstico e dizer-nos o que se passa contigo!
Ontem, e como andas a dormir muitíssimo mal, foi a minha "noite" de ficar contigo. Passámos a noite num despertar quase contínuo, acordavas constantemente com muitas dores e eu sentia-me pura e simplesmente impotente, não sabia como te sossegar, como te ajudar, em suma como fazer desaparecer, qual toque de magia, todas as tuas dores e aflições!...
Após uma longa e interminável noite, lá amanheceu, mas sem a bonança que tanto esperava.
Estavas mais murcho e mais triste do que o costume, com um cansaço enorme que te invadia o corpo e que a mim, sinceramente me deixava frustrada...por não conseguir estar "para cima", por não te conseguir ajudar!
Com o passar do dia, as previsões não eram nada animadoras: passou de um para dois o número de doentes lá em casa: em vez de te ajudar, juntei-me a ti e sinto que também tenho aí uma gripe à espreita...
O teu pái é que anda numa roda viva, sem saber o que fazer conosco...e a pensar sériamente em pedir auxílio aos teus avós ( e meus páis)!
A ver vamos!
1.4.05
Actualmente... e a partir daqui!
E pronto! contei a nossa história até hoje!
A partir daqui falarei directamente contigo meu mais que tudo! vai ser uma conversa nossa (ou mais minha), repleta de desabafos, emoções, surpresas e outros sentimentos que a todo o momento vamos sentindo nesta nova posição que a vida nos proporcionou e que espero poder desempenhar da melhor forma... ou pelo menos da minha forma, da forma humana!
Amo-te mais do que a tudo na vida e sinceramente quero conseguir e poder demontrá-lo a todo o momento, sem reservas e sem deixar para depois, porque agora é sempre o momento certo!
Até sempre meu amor!
A partir daqui falarei directamente contigo meu mais que tudo! vai ser uma conversa nossa (ou mais minha), repleta de desabafos, emoções, surpresas e outros sentimentos que a todo o momento vamos sentindo nesta nova posição que a vida nos proporcionou e que espero poder desempenhar da melhor forma... ou pelo menos da minha forma, da forma humana!
Amo-te mais do que a tudo na vida e sinceramente quero conseguir e poder demontrá-lo a todo o momento, sem reservas e sem deixar para depois, porque agora é sempre o momento certo!
Até sempre meu amor!
O pós-parto!
O Tomás pesava 2,715 Kg e media 48 cm, era tão fofinho!
Tinha ( e tem) uns olhos escuros, grandes, expressivos e muito curiosos...quase que a querem devorar o mundo!
Sempre foi muito activo, observador e curioso, mas também meigo e muito simpático.
Tinha ( e tem) uns olhos escuros, grandes, expressivos e muito curiosos...quase que a querem devorar o mundo!
Sempre foi muito activo, observador e curioso, mas também meigo e muito simpático.
E... Nasceu!
Nasceu o Tomás, ainda inesperadamente e com apenas 38 semanas de gravidez!
Dia 24 de Junho às 00 horas, consegui sentir o inexplicável e finalmente... vimo-nos!
O parto foi indolor até por volta das 21 horas (tinha tomado epidural), mas depois a medicação não surtiu efeito e soube o que era ter um filho com dor! Embora pondo em prática tudo o que aprendi nas aulas de preparação para o parto, a dor era forte e díficil de suportar.
O periodo expulsivo foi muito, muito doloroso e na fase final foi necessário o uso de ventosas.
Os momentos imediatamente após o nascimento foram de grande emoção e foi o pai a 1ª pessoa a pegar-lhe ao colo!
Só regressaríamos a casa, oito dias após o nascimento do Tomás pois como teve que fazer fototerapia, ficámos mais dias no hospital do que os imaginados.
Dia 24 de Junho às 00 horas, consegui sentir o inexplicável e finalmente... vimo-nos!
O parto foi indolor até por volta das 21 horas (tinha tomado epidural), mas depois a medicação não surtiu efeito e soube o que era ter um filho com dor! Embora pondo em prática tudo o que aprendi nas aulas de preparação para o parto, a dor era forte e díficil de suportar.
O periodo expulsivo foi muito, muito doloroso e na fase final foi necessário o uso de ventosas.
Os momentos imediatamente após o nascimento foram de grande emoção e foi o pai a 1ª pessoa a pegar-lhe ao colo!
Só regressaríamos a casa, oito dias após o nascimento do Tomás pois como teve que fazer fototerapia, ficámos mais dias no hospital do que os imaginados.
Surgiram muitos imprevistos...dolorosos!
Passei por momentos muito difíceis: foi detectado um tumor na próstata ao meu pai!
Ele está forte e optimista, aliás como sempre!( já não é a 1ª vez que passa por uma situação destas, já ultrapasou um perído crítico em que lhe foi detectado um tumor benigno no cérebro, foi operado, entrou em coma, mas recuperou totalmente).
Admiro-o tanto!...
A minha barriga crescia a olhos vistos e o Tomás mexia-se constantemente.
A minha gravidez decorria com a normalidade necessária, consciente dos abalos mas com a firmeza necessária!
Ele está forte e optimista, aliás como sempre!( já não é a 1ª vez que passa por uma situação destas, já ultrapasou um perído crítico em que lhe foi detectado um tumor benigno no cérebro, foi operado, entrou em coma, mas recuperou totalmente).
Admiro-o tanto!...
A minha barriga crescia a olhos vistos e o Tomás mexia-se constantemente.
A minha gravidez decorria com a normalidade necessária, consciente dos abalos mas com a firmeza necessária!
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